A questão no Haiti e o que realmente quero fazer

16 01 2010

Depois da tragédia em Angra dos Reis, minha cidade natal, estou acompanhando com tristeza no coração a tragédia no Haiti. Não sei o que me dói mais, o que é mais absurdo: o terremoto, que destruiu a infraestrutura já pobre de um país miserável; as mais de 50 mil mortes (inacreditável) ou a violência que se instaurou principalmente por falta de água e alimentos.

Esta última questão me revolta de tal forma que começo a chorar: que falta de solidariedade dos proprietários e comerciantes em fechar suas lojas; deveriam é ceder tudo o que for necessário para a população e depois pensarem em como fazer para recuperar suas economias. Sei que a situação não é fácil, mas ser verdadeiramente humano nessas horas, quando o mundo inteiro está se movimentando para se ajudar com dinheiro, alimentos, água e resgate é o mínimo. Não é à toa que a tragédia aconteceu lá.

Nessas horas de caos, reafirmo em meu coração que concordo com o fato de a política de desenvolvimento econômico exportadora do Brasil ser voltada para a agricultura. Crescemos em ritmo lento sim porque produzimos alimentos; mas pelo menos podemos sanar a necessidade básica das pessoas em momentos emergenciais.

Pelo que pude perceber pelos jornais, milhares de moradores do Haiti estavam em missão humanitária internacional. O país tem uma condição sócio-econômica difícil por conta de sua colonização opressora e do brado de independência. O Haiti foi um dos poucos – senão o único – país em que a tomada de poder foi ocupada pelos negros; estes, num ímpeto desesperado de sair da escravidão opressora, negligenciaram completamente o trabalho; esqueceram-se de criar uma cultura social e justa, para o bem de todos para cultivar raízes corruptas.

Profundamente comovida com os jornais impressos e online de hoje, abri o blog de uma ativista americana que está lá vivendo tudo isso e somente pedia às pessoas “reze, reze, reze, reze” porque ainda há pessoas vivas debaixo dos escombros, sofrendo. Saí da sala e fui para o banheiro da empresa, com os olhos cheios de lágrimas. Me tranquei no banheiro chorando e orei ardentemente, desejando a felicidade daquelas pessoas ao mesmo tempo em que implorava ao Universo para plantar em meu caminho, o mais rápido possível, a oportunidade de poder atuar em missões internacionais. Creio que nós que temos a oportunidade de fazer um curso de educação superior devemos contribuir incansavelmente para o desenvolvimento das pessoas. Não há nada mais importante no mundo do que as pessoas.

Voltei para a sala e comecei a entrar em sites de grandes organizações não governamentais. Procura vai e vem, me deparei com uma proposta interessante. O Global Volunteer Network é uma instituição não governamental neozelandesa que promove intercâmbios internacionais para quem quer realizar trabalho voluntário. Como em toda agência de intercâmbio, você paga pelo programa e o valor inclui tudo, exceto passagem aérea. Tem diversos tipos de trabalhos voluntários, em todos os cantos do mundo, para de duas semanas a um ano.

Sempre relutei muito em pagar um intercâmbio convencional (trabalho remunerado/estudo) ou uma viagem de turismo. Estou planejando viajar para o exterior nas minhas primeiras férias (em 2011), mas não sabia para onde nem o que queria realizar (turismo? trabalho remunerado? estudo?). Depois que vi este site, me encontrei.

Meu sonho é transformar a vida das pessoas para melhor, capacitá-las de forma que isso faça mesmo a diferença na vida de cada um. E percebi que pago o dinheiro que for necessário para realizar esta missão, em qualquer lugar do Brasil e do mundo: aplicar minhas habilidades em prol de uma vida digna para a humanidade.





Construa 2010

11 01 2010

Obrigada, Luís Gustavo, por postar este excelente texto em seu perfil orkutiano. ;)

CONSTRUA 2010 (Roberto Shinyashiki)

Muita gente me pergunta quais são as perspectivas para este novo ano. Muitas pessoas trabalham com o coração cheio de medo e acabam realizando somente as profecias negativas.

A pergunta a fazer é: do que dependerá o resultado da sua vida em 2010? Eu digo que: da sua atitude e da sua competência em aproveitar as oportunidades. E, claro, de você jamais se deixar ficar paralisado pelo medo do que virá!

Algumas observações simples para você ter em mente:

1.    Quem é mais competente cresce mais.

2.    A sua atitude é fundamental. Tem gente que só sabe reclamar, e isso não resolve.

3.    A sua curiosidade pode criar muito mais soluções lucrativas.

4.    A sua determinação é essencial para realizar sonhos.

5.    A sua garra é boa parte do que faz a sua carreira profissional deslanchar.

6.    Conheça muito sobre ameaças e oportunidades. Assim, o seu jogo de cintura será grande o bastante para ajudá-lo a sair na frente.

7.    É preciso estudar muito e se tornar capaz de realizar seus projetos.

8.    Tenha uma atitude de realizador. Não se acomode e nem se limite a ir pelo mesmo caminho que todos estão indo.

Retomando as minhas previsões: este vai ser um ano maravilhoso para aqueles que souberem aproveitar os acontecimentos e péssimo para quem esperar vida fácil.

Torço para que você decida fazer parte do primeiro time.

Um abraço, Roberto Shinyashiki.

Gostou? Leia mais <<A meta>>.





A meta

11 01 2010

O que você decide no primeiro mês do ano vai definir sua atuação em todos os outros onze.

No fim de 2009 fechei um ciclo que iniciou em 2005: concluir a graduação com notas excelentes e com um emprego fixo bem remunerado, em uma empresa que permitisse fins de semana só para mim e também aprendizado veloz. Quando tudo parecia muito difícil, eu lembrava desta decisão. Meta cumprida com honra, chega o momento de definir diretrizes para os próximos anos.

Eu ouço e confio plenamente na minha intuição e, nesses primeiros dias do ano, tenho conversado muito com a minha mente. A partir do momento que propus a ela “ah, é, preciso definir minhas metas para os próximos 5 anos… onde quero estar/chegar em 2015 e o que devo fazer daqui até 2012?”, na mesma hora, (in)voluntariamente, minha cabeça [ou intuição] simplesmente começou a processar, processar… E aqui estou: com o pescoço tenso, com o sono intenso e pesado e uma leve dificuldade em sorver o ar (vulgo: “ansiedade”).

Nestes meros sete dias (!!), já passaram milhões de possibilidades pela minha cabeça. Inclusive, uma mudança total de carreira. Mas todos esses sentimentos intensos e pesados são um desgaste de energia desnecessário, ela avisa. Porque minha mente já me deu uma diretriz, já me disse com todas as letras qual o meu objetivo esse ano. E vive repetindo, quando insisto em saber mais: “acalme seu coração; lute para concretizar com mérito o primeiro passo; não deve se preocupar com os detalhes (para onde vou, o que farei) agora; foco total no presente”.

Sabendo disso, comecei a traçar os objetivos e a dar o primeiro passo. Minha mente orientou que devo fazer exames de proficiência em língua inglesa. Escolhi o CPE e o IELTS. Farei os dois ainda em dezembro deste ano. Em 2005, fiz o CAE (Cambridge) estudando apenas 4 meses e tirei C; desta vez, preciso estudar pelo menos um ano se quero tirar um B no CPE e um 7.5 no IELTS. O senso de urgência é: comece a lutar agora para que algo aconteça daqui a uns 2 anos.

Havia planejado, na manhã de sábado que vem, tentar extrair da minha intuição mais algum detalhe. Porém, meu coração me diz que o jorro de informações cessou por agora; já tive acesso ao suficiente e ao necessário para iniciar a caminhada.

Em tempo: ultimamente tenho tido curiosidade e vontade de aprender mais sobre a Austrália. É um bom país?, neva?, quantos graus?, como está a economia?, a sociedade, as perspectivas, o custo de vida, as oportunidades? etc. Sinto estar colocando o carro na frente dos bois, mas já agendei um encontro na segunda-feira com um especialista em Austrália saber mais sobre o país.

Dicas para quem está na busca:

1) Identifique o desejo, a missão.

2) Acalme o coração com oração e ouça a intuição.

3) Visualize se vai acontecer e fortifique sua autoconfiança e sua fé.

4) Escreva tudo num papel, o mais detalhado possível. Não se preocupe se tiver que reorganizar tudo depois, mas dê o primeiro passo. O universo entende isso como um apelo desesperado e te atende mais rápido.

5) Corra atrás imediatamente.

6) Olhos no futuro; foco no presente.





Agenda, agenda minha…

11 01 2010

Atualizado em: 11/01/2010.

Gostaria muito de seguir uma ordem para postar, mas a vida acontece mais rápido do que imaginamos e – como vocês podem perceber – atualizar este blog acaba ficando muito raro, porque precisamos de um recurso escasso para a humanidade: tempo.

Aliás, “tempo” é um dos meus tópicos favoritos. Porque, há uns 3 anos atrás, eu também dizia que não o tinha. Até o dia em que eu acordei e vi que, na realidade, sempre temos “tempo”. O que às vezes não sabemos é definir ou classificar prioridades.

Para isso, existem as agendas. Este é outro tópico favorito. Há uma profusão deste artigo no mercado, para todos os tipos de pessoas e de necessidades. Atualmente, eu uso 3 agendas; duas andam na bolsa e uma fica em casa.

A minha preferida é esta, a agenda mensal da Tilibra (varia de R$ 14,00 – R$ 17,00). É do tamanho de um caderno pequeno, contém somente 16 páginas e tem compartimento plástico para guardar papéis e documentos. Mostra o mês inteiro em duas páginas.

Nela anoto todos os meus compromissos, com horário marcado, de qualquer ordem. Superorganizacional, me acompanha há 5 anos e não largo nem que me paguem porque em nenhuma outra agenda consigo descobrir em menos de 10 segundos exatamente o que farei no mês inteiro. Curiosamente, é um pouco difícil de encontrar nas papelarias.

A minha segunda preferida é a agenda de gastos (cerca de R$ 11,00), mais conhecida como “agenda de bolso”. Antes eu usava um caderninho para anotar minha movimentação financeira. Depois, passei pro EXCEL, mas eu esquecia de passar pra planilha alguns gastos pequenos que fazia durante o dia. Este ano decidi voltar para o caderno, mas como é um saco escrever mês e data todos os dias no início da folha, comprei uma agenda pequena e bem leve, azul-marinho, em que duas páginas mostra 6 dias do mês, com linhas. Nesta, anoto todas as minhas receitas (R), pagamentos (P), despesas (D), investimentos (I). Não tenho fotos dela e também não sei a marca, mas é fácil de encontrá-la à venda.

Mas eu queria essa aqui.

A minha é assim.

A minha é da editora Pombo Lediberg, linha Capri. Abaixo, mostro duas organizações de página. A primeira é a que tenho; a segunda, era a que eu queria (e a que certamente terei ano que vem, porque me dá nos nervos ter que virar a agenda para a posição horizontal para escrever ou consultar as movimentações), mas não achei na hora.

A terceira é uma agenda comum, com mais de 365 páginas, tipo diário, da editora Brasil Seykio. Nesta eu anoto as minhas decisões e objetivos de vida para até determinada data, detalhando ao máximo. Como uso de forma pontual, em 2008 eu comprei uma agenda anacrônica (R$ 10,00 na promoção), isto é, que tem dia e mês, mas não tem o ano. Daí, sempre reaproveito =) Imagina, comprar uma agenda de 365 páginas, usar apenas 5 e jogar fora? O planeta xinga e cospe em mim!

Mas, se eu usasse bastante este último tipo, iria certamente comprar uma agenda temática. Tem mais de 365 páginas e o diferencial é que o tema escolhido não é só uma capa bonita ou ilustrações adornando os meses do ano. Você aprende sobre o tema escolhido, porque no final eles trazem umas 10 páginas com informações autodidáticas, do tipo “Chocolate: história, temperatura certa, ingredientes etc”.

Apesar de fantástica – porque você pode aprender muito sobre meio ambiente, moda, música ou gastronomia, por exemplo -, nunca cogitei a possibilidade de ter uma porque, sempre me pareceu mais prático e funcional usar a mensal. Isto é, até hoje. Estava na FNAC do Barra Shopping e me deparei com as agendas temáticas da Ideia Pop, que trazem os meses em páginas avulsas e também em páginas mensais. Algo a se pensar para o ano que vem. É um pouco cara – custa cerca de R$ 42,00 -, mas, certamente, a melhor.





O segredo

30 11 2009

English title: The secret (click in the orange link in the end of this post to read it in English )

A primeira coisa que nós, aspirantes a uma carreira internacional de sucesso, temos que internalizar é que não existe fórmula mágica. Você pode até ficar comparando a sua trajetória profissional com a do seu amigo. Você pode até fazer tudo o que ele fez. Mas – absolutamente – nada garante que você também obterá os mesmos frutíferos resultados. Isso é historinha pra boi dormir.

Passo a passo, da maneira como descrevi acima, não existe. Por quê?

Bem, porque as manifestações de vidas são diferentes e a forma como as pessoas aprenderam a conduzir e efetivamente conduzem suas vidas são diferentes, às vezes até intuitiva. De nada adianta fazer o que os outros fazem porque o seu jeito de conduzir a sua vida, isto é, a sua conduta é diferente da minha, por exemplo. E isso se aplica a tudo: vida familiar, amorosa, educacional, negociação profissional (e salarial) etc. Porém, a vida, em seu caráter mais essencial, é igual para todos.

Nesse sentido, existe sim o “passo a passo”, mas não gosto de chamar assim.

Mas então, vamos ao que interessa? Por onde começar a construir minha carreira internacional?

Tomo emprestada uma expressão da consultora Fábia Barros: vá tomar banho. Pode ser literalmente ou não, você quem decide. A proposta é que você comece fazendo uma autoreflexão, mergulhe profundamente em um processo de autoconhecimento. Mas neste primeiro contato com a água, vamos molhar somente a pontinha dos dedos dos pés.

Refletir? Sobre o quê? Como?

Primeiro, sobre quem é você. Na minha vida, tudo sempre foi meio Submarino: Imaginou? Aqui tem. Eu imaginava e sentia com muita fé e as coisas aconteciam. Por isso, cresci conhecendo na prática esse poder maravilhoso, que virou moda de uns 3 anos pra cá mas que não revelam nem um terço do que é realmente o que eles simploriamente denominam de “pensar positivo”. Porque não basta pensar somente uma vez e ficar esperando cair do céu. Tem que acreditar piamente, com todo o seu coração, que o que você quer é realidade; e para isso às vezes é preciso coragem. Também deve-se manter o pensamento/sentimento firme – isto é, ter foco – para que você possa, em seguida, começar a agir em prol daquilo que deseja, quer, acredita. E voilà: o sucesso vem.

Batalha eterna?

Aprendi que quanto mais focados são nossos pensamentos/sentimentos, mais rápido os resultados concretos vão se manifestar no mundo real e na minha vida diária. Percebam as palavras em destaque com muita atenção e carinho. Porque de nada adianta pensarmos “positivo” se sentimos “negativo”, porque o que faz acontecer é 99% sentimento e 1% pensamento. Então, pode ser que enquanto a batalha pensamento x sentimento estiver em curso, os resultados demorem a aparecer. Isto é, se sequer surgirem. Portanto, dê atenção considerável ao seu coração, intuição ou seja lá que nome você confere àquela voz ou sensação que te diz para fazer alguma coisa ao invés de outra. E obedeça-a(o).

Mas, algumas vezes, para “dar ouvidos”, você vai precisar praticar uma oração. Da oração se obtém a fé para sentir positivo; o foco e a coragem para agir sem pestanejar, de forma certeira em prol do seu objetivo. Se tiver alguma oração, recite-a diariamente, sem falhar um só dia. Ser constante na oração é importante porque esta simples prática pode revelar muito sobre o valor que damos para a nossa própria vida. Por exemplo, quando eu orava dia sim/dia não, observei e refleti seriamente sobre a minha sua atitude perante outras questões da vida. Notei que eu estava me esforçando para conquistar meu grande objetivo dia sim/dia não. Isso pode estar acontecendo com você.

“Acreditar piamente” significa sentir e cultivar a fé. Fé significa coragem, significa perseverar tudo e vencer. Por que os heróis são conhecidos como os mais corajosos? Porque eles decidem vencer; se atiram nos desafios que se apresentam, perseveram todos os obstáculos e vencem no final. Não importa o tempo que demore. Decida vencer no começo para triunfar ao final. E mantenha a sua decisão a partir de uma oração firme e constante, ininterrupta.

O poder de uma oração é tão maravilhoso que você consegue extrair sabedoria para ter foco. Eu me devoto à Lei Mística de Causa e Efeito como membro da Brasil Soka Gakkai Internacional. Na minha vida, a oração é tiro e queda e sempre me leva a resultados incríveis, que até eu mesma considerava impossíveis.

É aí que entra o autoconhecimento. No processo que descrevi acima, é importante ter certeza do que se almeja. E para ter certeza do que se quer, deve-se saber quem é. Quando estava no 2º da faculdade de Comunicação, pensei em largar tudo para fazer Administração de Empresas. Confusa, resolvi continuar o curso e me matriculei em uma matéria chamada Planejamento de Vida Profissional. A aula inteira, lecionada pela prof.ª Sandra Korman, era sobre autoconhecimento. Passei 4 meses me desvendando por inteiro. Chorei muito naquele semestre, quase todo dia… Coitado do meu namorado na época, rsrs. E como todo começo tem um início, apresento aqui o primeiro grande exercício que mudou a minha vida: a dinâmica da Caixa Preta*.

Instruções
* Todos os créditos da dinâmica da Caixa Preta pertencem à profª Sandra Korman Dib (PUC-Rio) e aos Departamentos de Comunicação Social e Empreendedorismo da PUC-Rio.

Faça uma lista de atividades ou acontecimentos que mais marcaram sua vida e com os quais você acredita ter aprendido coisas (ampliado sua visão de mundo).

Exemplo:

ACONTECIMENTOS / ATIVIDADES   >> COISAS QUE APRENDI

1) Infância – tratamento familiar – mimo. Tive abundância. >> A ter tudo o que se quer; quando realmente se quer algo, acontece, desejos pessoais.

2) Episódio da infância: loja de brinquedos.  >> Não ostentação, humildade, felicidade, valorização do sentimento alheio, igualdade. Não é preciso ficar esbanjando o que se tem.

3) Separação dos pais  >>  Responsabilidade, cuidado com o outro, reconhecimento da insegurança alheia, pilar, força, apoio, suporte; consideração com o outro (no caso, minha mãe).

4) Mudança da minha melhor amiga pro Rio  >>  Novas amizades, oportunidades.

5) Mortes do meu avô, minha avó, minha tia-avó e do dono da casa onde moro, a quem me peguei muito  >>  Liberdade, fidelidade aos meus sentimentos.

6) (em 2005) Indecisão, sei que o futuro se constrói hoje, mas não consigo ver o que será o futuro; indefinição do que fazer pelo resto da vida, questionamentos: o que eu quero fazer? Qual é minha missão? Minha faculdade tem a ver com o que eu quero trabalhar? No que eu quero trabalhar? Outros… O tempo voa e tenho a sensação de que estou ficando.

A partir da lista, selecione cinco acontecimentos ou atividades que julgue marcantes e que tenham sido referenciaisenquanto fonte de aprendizado.

Monte uma apresentação no Power Point representando cada acontecimento/atividade através de uma imagem (fotos criativas ou ilustrações). As imagens devem ser de bancos de imagens, internet etc. Não utilize fotos de si mesmo ou de álbuns pessoais.

Cada aluno terá 5 minutos para apresentar sua caixa-preta para a turma. É importante durante a apresentação enfatizar o que aprendemos com cada acontecimento/atividade ao invés de narrá-los apenas.

***

Faça com calma e com muito carinho. É a sua vida em pauta; dê valor a ela.

Boa sorte nesta primeira atividade!

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